Fonoclinica

CONSULTÓRIO DE FONOAUDIOLOGIA - Avaliação, Orientação e Terapia Fonoaudiológica

Consultório

CONSULTÓRIO DE FONOAUDIOLOGIA

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Archive for the 'Motricidade Oral' Category

Deglutição Atípica (Dificuldade na deglutição)

10th Março 2008

A deglutição é o transporte do bolo alimentar ou de líquidos da cavidade oral para o estomago.

As principais fases da deglutição são:

Fase Oral – inicia após a mastigação, quando o músculo milo-hioideo se contrae e dispara o processo de deglutição. Nessa fase ocorre o movimento ondulatório da língua. A pressão do bolo alimentar exercida nos pilares anteriores da faringe, na base da língua e palato mole (circunferência orofaríngea), determina a geração de impulsos nervosos que iniciam a ação reflexa da deglutição.

Fase Faringolaringea – trata-se de um estágio involuntário. Ocorre passagem do bolo alimentar da cavidade oral para a faringe. Ocorre alongamento da faringe e parada respiratória, fechamento das vias respiratórias e o bolo alimentar é conduzido para o esôfago.

Fase Esofágia – o bolo alimentar passa para o esôfago. A laringe volta à sua posição normal e reinicia-se a respiração normal.

Deglutição Atípica

É uma alteração na fase oral da denglutição, Uma das características observadas claramente na descrição do padrão da deglutição atípica, é o pressionamento da língua nos dentes incisivos centrais e laterais ( os dentes da frente) ocasionando muitas vezes alterações dos mesmos, levando ao aparecimento de diastemas (espaços entre os dentes), projeção dos dentes incisivos e mordida aberta. Este tipo de alteração é mais favorável em crianças na fase de dentição mista, uma vez que nessa fase ocorre crescimento diferencial entre língua e cavidade oral, o que justifica a anteriorização da língua. (A língua atinge seu tamanho máximo aos 8 anos enquanto a mandíbula entre 8 e 12 anos).

Reabilitação Fonoaudiológica.

O fonoaudiólogo deve primeiramente procurar possíveis razões dessas alterações para que possamos tratar das causas e não da conseqüência pura e simples, que é a projeção de língua.

Na avaliação fonoaudiológica, devemos observar a forma da face, o tipo de arcada, o posicionamento da cabeça e do pescoço, a tonicidade da musculatura da língua e a função respiratória. Durante a avaliação, deve-se levar em conta os seguintes aspectos:

- A língua se adapta à forma;

- Outras funções interferem no seu posicionamento;

- A idade traz modificações.
O objetivo da terapia será reposicionar a língua no palato, tanto para postura quanto para a realização das funções orais.

É importante encaminhar o paciente primeiramente ao ortodontista, se tiver alterações oclusais, ou ao otorrinolaringologista em casos de alterações respiratórias.

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Fissuras Labiopalatinas

10th Março 2008

São malformações congênitas de lábio e palato, consideradas craniofaciais. Podemos classificar as fissuras como anteriores ou posteriores.

As alterações encontradas nas fissuras anteriores são:

- Alterações no músculo orbicular dos lábios;

- Comprometimento da sucção e articulação;

- Depressão da asa nasal e desvio de septo que podem contribuir para obstrução nasal.

Já nas fissuras posteriores, as alterações encontradas são:

- Hipernasalidade.

- Refluxo alimentar para a cavidade nasal.

- Aparecimento de otites médias secretoras por impossibilidade de abertura das tubas auditivas.

A fissura que acomete o palato mole é denominada Fissura Palatina Submucosa, que pode provocar hipernasalidade vocal e refluxo alimentar nasal.

Distúrbios Auditivos: Os Distúrbios Auditivos podem ocorrer devido à entrada de líquidos na tuba auditiva durante a deglutição, causando otites médias.

O mecanismo da tuba auditiva pode encontrar-se alterado devido a alterações na inserção e contração do músculo tensor do véu-palatino. Também podem ocorrer devido a anomalias anatômicas da tuba auditiva e seu funcionamento com o músculo tensor do véu palatino.

Alterações de Voz: As características vocais de pacientes com fissura palatina são hipernasalidade, nasalidade mista, redução da intensidade e qualidade vocal tenso-estrangulada.

Distúrbios de Fala: Os principais Distúrbios de Fala encontrados são a presença de mecanismos compensatórios e de fala, na tentativa de compensar o escape de ar nasal (tentativa para impedir que a corrente aérea seja direcionada para o nariz). Dificuldade para produzir fonemas plosivos fricativos.

As causas para o Distúrbio Articulatório são:

  1. Alterações na Função Velofaringea* – ocorre dificuldade na aquisição da pressão intra-oral necessária para e emissão de fonemas plosivos e fricativos. Também prejudica a ressonância vocal equilibrada.
  2. Deformidade do palato e da arcada dentária – ocorre distorção dos fonemas em decorrência dos pontos articulatórios não se encontrarem íntegros.
  3. Compensações glóticas (golpe de glote) – substituições devido à impossibilidade aérea de se obter os fonemas nos respectivos pontos.

Reabilitação Fonoaudiológica

A fonoaudiólogo atua no pré e pós operatório, para orientação inicial de sucção e alimentação e, posteriormente, na adequação funcional das estruturas.

Intervenção Precoce: Os objetivos da terapia fonoaudiologica no tratamento precoce são:

  1. Alimentação: Atuar no aleitamento materno. (Obs: no pós-cirurgico da Queiloplastia não deve ser usada mamadeira por 15 dias. A alimentação deve ser pastosa rala por mais ou menos três meses).
  2. Hábitos Orais: Evitar instalação de hábitos nocivos.
  3. Sensibilidade: São feitos exercícios que abrangem três níveis de sensibilidade: tátil, térmica e gustativa. O objetivo desse trabalho é fornecer estímulos sensoriais na parte anterior da cavidade oral, evitando fixação de movimentos ompensatorios.
  4. Linguagem e Fala
  5. Audição
  6. Desenvolvimento Neuropsicomotor.

*O funcionamento do esfíncter velofaringeo ocorre da seguinte forma: 1- palato mole posterioriza-se, tocando a parede posterior da faringe; 2- medilização das paredes laterais da laringe; 3- anteriorização da parede posterior da faringe.

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22nd Dezembro 2007

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Afinal, eu tenho língua presa?

1st Abril 2007

É comum pessoas procurarem o atendimento fonoaudiólogo, porque desconfiam ter a língua presa. Isso acontece, pois a língua presa é popularmente relacionada à qualquer dificuldade que algumas pessoas apresentam para produzir sons da fala. Porém, nem todo problema na fala acontece devido à língua presa.

Um exemplo ótimo, para diferenciarmos os problemas relacionados à língua presa dos demais problemas de fala, é o caso do nosso presidente Luís Inácio Lula da Silva. Aliás, todo o governo petista já foi apelidado pela mídia de “república da língua presa”.

No caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a dificuldade se encontra na produção dos sons ´s´ ou ´z´. Ele fala com aquele inconfundível “s”, com a língua entre os dentes: “companheirosssss”.

Mas o presidente Lula, possui mesmo língua presa?

Não, o que acontece com o nosso presidente é um problema denominado ceceio, ou seja, uma alteração da produção de alguns sons com projeção da língua entre os dentes. O que indica que não há a língua presa, mas um erro na articulação da língua.

Mas então, o que é língua presa?

O freio curto sublingual, mais conhecido como língua presa, é caracterizado por uma película abaixo da língua que se encontra mais curta do que a normalidade, impossibilitando a movimentação do órgão para a articulação correta de alguns sons.

Essa alteração é uma característica do órgão, portanto a pessoa já a possui desde seu nascimento.

 

 

(Fonte: http://www.acessa.com/viver/arquivo/dicas/2003/02/19-Cal/)

Quais as conseqüências da língua presa?

A pessoa com esse problema terá dificuldades para realizar a sucção, mastigação e deglutição, além de apresentar alterações na articulação de alguns sons da fala, entre eles estão o “r” e “l”.

Por exemplo, tente permanecer com a língua fixa no assoalho da boca, próxima aos dentes inferiores, e em seguida tente repetir as seguintes palavras: “baRata”, “pRova”, “bLusa”, “caRRo”. Percebeu? Isso é o que acontece com quem tem a língua presa!

E como tratar?

Nesses casos é necessário realizar uma pequena cirurgia denominada pelos médicos de “pique no freio”, que será realizada pelo otorrinolaringologista.

Essa cirurgia é simples, pode ser feita tanto em crianças pequenas quanto em adultos, e também não apresenta riscos.

Em seguida, é aconselhável realizar terapia fonoaudiológica.

O objetivo da Terapia Fonoaudiológica.

A terapia terá por objetivo automatizar o novo padrão da fala, ou seja, vai trabalhar para que essa pessoa possa produzir corretamente os sons que eram produzidos incorretamente, pois agora ela terá que lidar com uma língua com uma característica nova e deverá realizar movimentos que até então ela não realizava.

Em casos de suspeita de língua presa, procure um Otorrinolaringologista e faça a cirurgia. Também é importante procurar um Fonoaudiólogo, de preferência para fazer uma avaliação antes da cirurgia e sessões de terapia pós-cirúrgicas.

 

 

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Fonoaudiologia e Síndrome de Down

5th Fevereiro 2007

O que é?

A Síndrome de Down é uma alteração genética resultante de uma anomalia da estrutura do cromossomo 21. Ela tem como conseqüência um atraso das funções mentais e motoras do corpo (redução do tônus muscular).

Alterações Fonoaudiológicas

As crianças com Síndrome de Down, frequentemente apresentam atraso de fala e de linguagem. Como a aquisição de desenvolvimento da linguagem é um processo complexo, essas crianças geralmente adquirem a linguagem mais tarde, por volta dos quatro anos. Também apresentam alterações de fala (trocas, omissões e substituições dos fonemas) e, por conta disso, maior dificuldade de expressão do que de compreensão. Porém esses aspectos são variáveis no desenvolvimento de cada criança.

Por ser uma anomalia cromossômica, na Síndrome de Down ocorre redução do tônus dos lábios, das bochechas e da língua, esta permanece protuída e, consequentemente, ocorre falta de controle motor dos órgãos responsáveis pela articulação. O palato (“céu da boca”), na maioria das vezes, é alto e os lábios encontram-se entreabertos, o que pode ocasionar a respiração oral.

Tratamento Fonoaudiológico

As crianças com Síndrome de Down devem se beneficiar da terapia fonoaudiológica.

O fonoaudiólogo trabalhará com o desenvolvimento do sistema estomatognático e da fala, adequando os órgãos da fala e as funções afetadas (mastigação, deglutição e respiração). Também terá por objetivo desenvolver a linguagem, orientando pais e professores sobre esse processo, já que o seu desenvolvimento se dá a partir da interação da criança com o meio em que ela vive. Por fim, irá orientar a família quanto às possibilidades de desenvolvimento de seus filhos.

Para conhecer um pouco mais sobre Síndrome de Down:

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A importância da amamentação

15th Dezembro 2006

A amamentação natural (ao seio) é a maneira mais adequada para oferecer os nutrientes necessários ao crescimento e desenvolvimento do recém-nascido. Além disso, quando a criança é amamentada ao seio, as estruturas faciais têm um melhor desenvolvimento e a incidência de cáries é menor. Além dos nutrientes, o leite contém fatores antibacterianos, antivírus, antiinfecciosos, antiparasitários e propriedades imunológicas.

Ao sugar o seio, o bebê estabelece o padrão adequado de respiração nasal e estimula adequadamente os músculos envolvidos na deglutição e, posteriormente, na mastigação. Esta estimulação precoce dará à criança subsídios de melhor adequação dos órgãos utilizados na fala.

Quando o aleitamento materno é inadequado ou inexistente, o bebê pode apresentar alterações de sucção, mastigação, e deglutição; problemas de fala; distúrbios respiratórios, problemas ortodônticos, anteriorização do reflexo de náusea e posicionamento inadequado da língua.

Quanto mais prolongado o aleitamento no seio materno, menor a incidência de alterações no sistema estomatognático; até os 6 meses de vida o bebê não necessita de nenhuma outra fonte de alimentação.

A partir de todas essas considerações, realizei em parceria com outras fonoaudiólogas, um artigo científico descrevendo a relação entre o tempo de aleitamento materno e o desenvolvimento dos aspectos relacionados à fala e linguagem de crianças na faixa etária de 4 a 6 anos.

( Para ler o artigo referente a este trabalho, faça o dowload aqui)

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Respiração Oral

20th Novembro 2006

A respiração é o processo de incorporação de oxigênio e eliminação de gás carbônico.

A respiração pelo nariz é função essencial para a saúde das pessoas. Quando respiramos pelo nariz, o ar é umidificado, aquecido e filtrado de suas impurezas para chegar aos pulmões. Além de proporcionar oxigênio para o metabolimos celular, garante o correto desenvolvimento anatômico e funcional das mais diversas estruturas do corpo.

O ar respirado pela boa (respiração oral) chega ao organismo como se encontra no ambiente, ou seja, com impurezas, seco, frio, deixando-nos mais propensos a problemas respiratórios. Quando respiramos bem, ou seja, pelo nariz, sentimos melhor o cheiro e o gosto dos alimentos.

Um criança que apresenta dificuldade para respirar pelo nariz pode apresentar as seguintes caracteríticas:

  • Hipertrofia (aumento) de amígdalas e/ou adenóides, desvio de septo, rinite alérgica, sinusite;
  • Espaço reduzido na cavidade nasal, narinas estreitas;
  • Alterações de paladar e olfato;
  • Alterações na oclusão de dentes;
  • Lábios entreabertos, ressecados, com alterações de cor e flácidos;
  • Tensão no músculo do queixo;
  • Língua flácida, volumosa, projetada anteriormente;
  • Alteração na mastigação;
  • Alteração na deglutição;
  • Alterações de voz (nasalisada e/ou rouquidão);
  • Otites frequentes (dor de ouvido);
  • Olheiras;
  • Alteração na postura de cabeça e pescoço;
  • Alteração na postura corporal;
  • Alterações de sono (ronco, baba, sono durante o dia);
  • Menor rendimento físico;
  • Alterações no rendimento escolar (esta alteração não ocorre devido a problemas intelectuais, mas sim porque devido a alterações de sono, a criança terá dificuldades quanto a atenção e concentração);
  • Alterações na fala (trocas na fala, articulação travada, imprecisão e distorção articulatória, excesso de saliva).

Existem muitas causas que justificam o fato de uma criança não respirar bem pelo nariz, como: obstruções nasais que podem ocorrer por desvio de septo, adenóides aumentadas (”carne esponjosa”), amígdalas grandes, rinites, sinusite, irritação por odores ou poluição. A flacidez dos músculos da face também pode levar a boca a se abrir originando a respiração bucal.

Tratamento:

A avalição otorrinolaringológica determina a causa da respiração oral e presecreve o melhor tratamento naquele momento; o ortodontista fará as correções dentárias necessárias e o fonoaudiólogo reeducará as funções alteradas, assim como irá garantir, através de exercícios e conscientização, o uso e a importância da respiração nasal.

Dicas para uma boa respiração: (fonte: “Dudu no mundo da respiração”)

  • Oriente a criança para que mastigue bastante, usando os dois lados alternadamente, devagar e sempre com a boca fechada. Prefira alimentos com consistência mais dura (legumes crus ou pouco cozidos no vapor, frutas secas). A musculatura precise trabalhar.
  • Faça inalação e utilize soluções fisiológicas quando necessárias e receitadas pelo seu médico.
  • Assoe o nariz várias vezes ao dia, evite permanecer com o nariz sujo e escorrendo.
  • Caso freqüente escola de natação, verifique se a quantidade de cloro é excessiva e se há boa ventilação no local. Prefira piscinas salinizadas.
  • Procure realizar atividades físicas que estimulem a boa respiração, como futebol, atletismo, tênis.
  • Utilize aspirador de pó em travesseiros e colchões no mínimo uma vez por mês.
  • Coloque travesseiros e roupa de cama ao sol, pois o calor mata os ácaros e fungos.
  • Mantenha a casa sempre limpa, arejada e com baixa umidade, principalmente o quarto.
  • Animais de pelos são prejudiciais a pessoas alérgicas. Caso os tenha evite que entrem em casa, principalmente nos quartos.
  • O uso de protetor de colchão e travesseiro é importante para evitar o contato com os ácaros que estão no próprio colchão. Lave-os a cada duas semanas.
  • Lave com água quente a roupa de cama pelo menos uma vez por semana.
  • Remova tapetes e carpetes, principalmente do quarto, prefira piso liso, sintético e passível de limpeza com pano úmido.
  • Remova ou limpe objetos mofados.
  • O acompanhamento periódico com o seu médico, dentista e fonoaudiólogo é de extrema importância.

Para saber mais:

- Livros para pais:

Taborda, F.R., Netto D.C.A, “Dudu no mundo da respiração - orientação e concientização para crianças respiradoras orais”, Pulso Editorial.

- Para professores:

Munhoz, C.L., “Cantando e Apredendo a mastigar, a ouvir, a respirar e a falar”.

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Mordida aberta anterior

6th Novembro 2006

A mordida aberta anterior pode ser considerada como um desvio no relacionamento vertical dos arcos maxilares e mandibulares, ou seja, é a falta de contato vertical entre os dentes incisivos do arco superior e inferior. (veja algumas imagens)

A etiologia da mordida aberta pode estar relacionada à fatores hereditários e, principalmente, à fatores ambientais externos, em especial os hábitos orais como a sucção do polegar ou de outros dedos; uso de chupetas e mamadeiras por tempo prolongado; posicionamento da língua e lábios entre os dentes incisivos inferiores e superiores. Alguns estudiosos referem que indivíduos dolicofaciais (face estreita) são mais propensos a mordidas abertas. Portanto, a relação entre intensidade, duração e frequência dos hábitos viciosos + padrão facial determinam o desvio.

Geralmente o tratamento precoce (durante dentição decídua) soluciona essa alteração sem necessidade de tratamento ortodôntico. Porém nos casos em que a mordida aberta já se estabeleceu, é necessário realizar tratamento ortodôntico/ortopédico em associação ao fonoaudiológico.

Pessoas que possuem mordida aberta anterior apresentam alterações durante posição habitual de língua (entre os incisivos superiores e inferiores); na deglutição (interposição de língua; contração dos lábios) e articulação de alguns fonemas /t/ /d/ /l/ /r/ (também com projeção de língua).

A terapia fonoaudiológica, nos casos de mordida aberta, tem por objetivo adequar o posicionamento da língua durante a deglutição, a fala e a posição habitual através da terapia miofuncional.

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Motricidade Oral

28th Outubro 2006

Motricidade Oral é a área da Fonoaudiologia que irá aperfeiçoar e reabilitar os aspectos estruturais e funcionais das regiões orofacial (musculaturas da face e da mastigação) e cervical.

Os distúrbios de motricidade oral envolvem alterações de funções como a respiração, mastigação, deglutição e articulação (fala). O fonoaudiólogo trabalha com estas alterações juntamente de ortodontistas, otorrinolaringologistas, dentistas, médicos, entre outros.

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Fonoclínica - Fga. Vivian Solano Ferreira

10th Outubro 2006

Este site é destinado ao público em geral e tem por objetivo divulgar a Fonoaudiologia, bem como mostrar quais são as minhas áreas de atuação e consequentemente quais serviços posso oferecer para quem procura atendimento fonoaudiológico.

Fga. Vivian Solano Ferreira

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